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Arquivo da categoria: Tecnologia

Publicidade online se torna mais pessoal

Hoje li mais uma matéria interessante sobre os “robôs” que nos rastreiam na internet.

Stephanie Clifford – O Estado de São Paulo 

Por causa da web, as empresas têm cada vez mais acesso a dados para montar o perfil dos consumidores

Apesar de toda preocupação e alvoroço sobre a privacidade online, vendedores de anúncios e empresas de dados sabem cada vez mais sobre a vida offline do consumidor, como a sua renda, situação de crédito, se é proprietário de imóvel, até a marca do carro que possui e se tem licença para caçar. Recentemente, algumas dessas empresas começaram a associar esse grande volume de informações aos dispositivos de navegação dos consumidores na internet.

Isso resultou numa enorme mudança na relação dos consumidores com a internet. Cada vez mais, não só as pessoas vão ver uma publicidade direcionada, mas também versões diferentes de websites e irão até receber ofertas de desconto quando fizerem suas compras – tudo isso baseado nas informações sobre seu histórico. Duas mulheres em escritórios vizinhos podem ir ao mesmo website de cosméticos, mas uma poderá ver um perfume Missoni de US$ 300, a outra apenas um batom de US$ 2.

A tecnologia que faz essa conexão não é nova – trata-se de um minúscula peça do código de programação do computador chamada cookie, instalada no disco rígido da máquina. Mas a informação que ela contém é coisa nova. E ela é obtida de maneira invisível.

Agora, você está navegando na internet com um ?cookie? que vai indicar que tipo de consumidor você é: seu grupo de idade, nível de renda, se é urbano ou rural, se tem crianças em casa, diz Trey Barrett, líder de produto na Acxiom, uma das empresas que estão oferecendo essa conexão para os vendedores.

Anunciantes e vendedores dizem que esse detalhe é muito útil, pois acaba com o trabalho de se ficar conjecturando sobre o perfil de um consumidor online, para mostrar os produtos aos consumidores que, com mais probabilidade, vão se interessar por eles. Empresas varejistas que vendem online, como Gap e Victoria?s Street, já estão usando essa tática.

Mas, para os órgãos de defesa do consumidor, esse rastreamento invisível é preocupante. Na velha internet, ninguém sabia se você era um cão, mas na internet direcionada, as pessoas sabem agora que tipo de cão você é, sua cor favorita de guia, a última vez que teve pulgas e a data em que foi castrado.

Com esse romance do setor com esses ?cookies?, é praticamente impossível para o usuário estar online sem ser rastreado e tendo seu perfil traçado, diz Marc Rotenberg, diretor executivo do Electronic Piracy Information Center.

Embora o Congresso americano tenha realizado algumas audiências para discutir a privacidade online, as audiências se concentraram no enfoque comportamental online. Segundo o setor, a intervenção do governo é desnecessária, argumento que a Comissão Federal de Comércio tem aceito até agora.

O consumidor pode evitar ser rastreado removendo os cookies dos seus computadores ou programando seus navegadores para não os aceitarem. Mas poucos fazem isso e, de acordo com os órgãos de defesa, é fácil para as empresas inserirem os cookies sem que os usuários percebam.

Há décadas, empresas de dados como Experian e Acxiom vêm compilando grandes quantidades de informações de cada americano; a Acxiom estima que possui 1,5 mil dados de cada americano, com base em informações de documentos de identidade, certidões de nascimento e casamento, assinaturas de revistas, e até o registro de cães no American Kennel Club.

Para os vendedores, todos esses dados são uma bênção. É um pequeno Big Brother, disse Betsy Coggswell, 49 anos, assistente social em Fullerton, Califórnia, que costuma comprar regularmente online. Mas ela não se diz chocada com o fato. Cada vez que você fornece informações pessoais suas, elas vão ser coletadas por alguém.

Mas, de acordo com Paul M. Schwartz, professor de Direito e especialista em questões de privacidade, a participação involuntária dos consumidores torna o marketing online diferente do offline. A mídia interativa na verdade entra no assustador mundo Orwelliano, em que se faz um registro do nosso pensamento para saber que decisão adotar.

 
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Publicado por em 08/03/2009 em Tecnologia

 

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Novos sistemas dissecam perfil dos usuários da web

Stephen Baker, BusinessWeek, de Nova York – Valor Econômico
(Tradução de Mário Zamarian) Copyright© 2009 The McGraw-Hill Companies Inc.

privacidadeOcasionalmente, os surfistas da internet se deparam com sugestões nas telas de seus computadores que os levam a se perguntar: como eles sabem isso a meu respeito? Esse momento pode ser mágico e um pouco assustador.

Veja só este exemplo. Uma usuária do site FigLeaves.com, de vendas a varejo, se depara com um delicado par de chinelos femininos. Em seguida, surge uma recomendação para um roupão de banho masculino. Isso poderia parecer terrivelmente errado – a menos, é claro, que fosse exatamente isso que a usuária estivesse procurando. Esse tipo de conexão surpreendente vai acontecer com maior frequência à medida que os comerciantes eletrônicos adotarem uma nova geração de tecnologia preditiva. Ela é alimentada por fluxos crescentes de dados comportamentais, de cliques de mouse e pesquisas de busca – tudo mastigado por computadores cada vez mais poderosos.

Por que o roupão de banho? A ATG, uma companhia de softwares de e-commerce de Cambridge (Massachusetts) que comprime dados para o FigLeaves, constatou que em certos momentos da semana, certos tipos de consumidoras costumam fazer compras para homens. Assim como todas as recomendações da internet, esta estará errada em boa parte das vezes. Mas à medida que os comerciantes investigam mais atentamente os consumidores, eles estão chegando mais perto de seu objetivo final: ensinar os computadores a misturarem dados com algo parecido com a astúcia de um vendedor de carne e osso. "Nos primeiros cinco minutos em uma loja, o vendedor observa a linguagem corporal do cliente e seu tom de voz", diz Mark A. Nagaitis, executivo-chefe da 7 Billion People, uma companhia iniciante de Austin, no Texas, que compete com a ATG. "Precisamos ensinar as máquinas a ter esse mesmo discernimento a partir dos movimentos on-line."

Essa dissecação das compras on-line acontece em meio a temores crescentes de invasão de privacidade on-line. Mas ao contrário das tecnologias de propaganda mais controvertidas, que monitoram as perambulações dos surfistas da internet de site em site, muitos desses métodos de "previsão de preferências" limitam suas investigações ao comportamento do consumidor na página de um grupo varejista na internet. Grande parte das análises olham simplesmente para os padrões de cliques, compras e outras variáveis, sem incluir informações pessoais sobre o comprador. Na maioria dos casos, os detalhes pessoais são incorporados apenas quando os clientes se registram em sites como o Amazon.com e o Wal-Mart.com, fornecendo essas informações.

Nos primeiros dias do comércio eletrônico, a maioria das análises se concentrava em padrões de compra simples entre os consumidores. A Amazon e outras introduziram a chamada filtragem colaborativa no fim da década de 90. Elas constataram, sem provocar surpresa em ninguém, que as pessoas que compravam um mesmo livro provavelmente compartilhavam os mesmos interesses por outros livros.

Agora, essa ciência está ficando bem mais sofisticada. Três anos atrás, a Netflix, a potência das locações de vídeos, ofereceu um prêmio de US$ 1 milhão para quem conseguisse recolher dados de milhões de usuários anônimos e melhorar em 10% as previsões da Netflix sobre quais filmes os clientes gostariam de ter à disposição. No mês passado, uma equipe internacional de cientistas da computação atingiu esse objetivo com a introdução de uma análise mais profunda. A equipe vencedora decompôs uma infinidade de detalhes em seu algoritmo. Ele tenta, por exemplo, compensar a mudança de sentimentos dos apreciadores de filmes ao longo do tempo. Se uma pessoa que faz resenhas critica uma série de filmes em sequência, será que eles são realmente horríveis? O algoritmo pode levar essas avaliações com um certo ceticismo matemático.

Introduzir esse nível de complexidade em um cálculo exige uma capacitação informática que até recentemente estava além do alcance da maior parte das companhias. "O que fazemos hoje seria impossível nas máquinas que tínhamos em 1999", afirma Bruce D’Ambrosio, vice-presidente e principal arquiteto da ATG. Ele diz que sua companhia está processando volumes cada vez maiores de dados enquanto tenta mapear os caminhos mais prováveis para cada comprador em um site.

A ATG quantifica a colcha de retalhos das relações entre todos os itens das lojas frequentadas por seus clientes, sejam elas uma Tommy Hilfiger ou uma Body Shop International. Ela analisa que tipo de cliente compra determinados produtos ou o que eles podem estar procurando. Isso se soma a centenas de bilhões de relacionamentos. Mas é por meio dessa análise que a ATG encontra conexões como a existente entre os chinelos femininos e os roupões de banho masculinos. A ATG também estuda as mudanças de comportamento dos usuários da internet ao longo do tempo. D’Ambrosio diz que os consumidores tendem a ter pressa quando estão saindo do trabalho e têm mais tempo de lazer nos fins de semana. Então, o site se ajusta aos ritmos desses consumidores, levando-os a um passeio tranquilo em uma tarde de sábado, empurrando-os para o "pagamento no caixa" na manhã de segunda-feira.

Os algoritmos usados pela 7 Billion People tentam copiar o laço humano de realimentação registrado em uma loja de tijolos e cimento. Enquanto um vendedor pode perceber que um comprador está com pressa, o site da internet precisa perceber isso por meio de outros sinais, como os cliques velozes no mouse. O truque, então, diz o executivo-chefe Nagaitis, é ajustar o site aos clientes. Aqueles que flertam com as resenhas e produtos relacionados, tendem a se ver transportados para páginas da internet com mais funções a serem exploradas. Os compradores com maior probabilidade de serem influenciados por demonstrações, por exemplo, podem achar vídeos demonstrativos.

Esses ajustes podem se mostrar bastante valiosos, segundo alguns clientes. Doug Scott, que comanda a estratégia de internet da ASAP Ventures, uma incubadora de e-commerce do Reino Unido, diz que costumava ajustar os sites que controlava aos seus gostos particulares, com muitos detalhes e opções de escolha. Mas depois de realizar testes com a 7 Billion People, Scott descobriu que apenas cerca de um terço de seus usuários compartilhava de seus gostos. Os outros queriam ler testemunhos ou simplesmente andar logo. "Poderíamos fazer um ajuste fino para aquele um terço, mas aí deixaríamos os outros dois terços irritados", diz ele. O ajuste aos diferentes tipos, com base no comportamento, aumentou a conversão dos visitantes do site a compradores em 30% a 50%.

Outra concorrente da ATG, a richrelevance de San Francisco, está "tirando o pó" de algoritmos teóricos de antes da era da informática para descobrir se eles podem ser usados para prever o comportamento dos clientes. "Se alguém está à procura de um computador da Dell no Wal-Mart", diz o executivo-chefe David Selinger, " é mais provável que ele esteja à procura de um PC mais caro, um mais barato, ou uma garantia?" Bem, a resposta depende do indivíduo, da hora do dia e algumas centenas de outras variáveis.

 
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Publicado por em 07/21/2009 em Tecnologia

 

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E o jornal, vai acabar? Vai e não vai

jornal A descentralização da informação é uma das grandes conquistas desse século. Para leitores e jornalistas, a possibilidade de ir além, via ferramentas digitais, expande a maneira de se buscar e fazer notícia.

Por Nara Franco

Do jeito como o conhecemos, sim. Os mais puristas estão arrepiados e insones com esse tal de conteúdo participativo e – cruzes! – com o “jornalismo cidadão”. Mas o que fazer diante de mais uma revolução que, ao que tudo indica, já chegou e veio para ficar? Grudar a cabeça ao muro das lamentações e permanecer no tempo que passou ou (re)pensar o que pode ou não mudar com os novos modelos de comunicação?

A democratização da informação e dos acessos a ela torna tudo mais difícil? Impossível? Inviável? Ou torna tudo mais concorrido? Talvez seja a temida “concorrência” o verdadeiro bicho-papão dessa história. Levando-se em consideração as características da mídia brasileira, nada mais lógico que temer a avalanche de fontes de informação surgidas com a internet. Como diz Caetano Veloso, quem lê tanta notícia?

A imprensa tem medo da internet. Usa com cerimônia, meio sem graça, meio sem jeito. Enquanto empresas integram suas áreas de marketing on e offline, os meios de comunicação não inovam. Embarcam nas ferramentas quando essas se tornam modismos e as utilizam sem estratégia e, muitas vezes, sem discernimento.

Nas TVs, inserções de vídeos do YouTube, por exemplo, só acontecem na exploração do que a ferramenta tem de bizarra e pitoresca. E no melhor estilo Adam Smith, as mídias sociais gritam: deixa estar que vamos criar. Estimulem, incitem, provoquem. Vide o sucesso de Barack Obama. Seu pôster de campanha, hoje exposto em museu, foi “presente” de um artista-eleitor. Assim como seu hit de campanha no YouTube, “Yes we can”.

Se a palavra de ordem é participação, sabendo usar, que mal fará? Temer o inevitável é ficar parado diante da verdadeira tsunami que se forma. A onda é forte – e acreditem – vai mudar padrões e conceitos. O leitor não é e nunca mais será passivo. E fingir que nada está acontecendo como se a internet fosse ainda biscoito fino para poucos é nadar contra a maré.

A classe C e D avança a passos largos na rede, o presidente Lula adere ao blog (quer sinal de maior popularidade? Ele é o cara, lembram-se?) e computadores vendem mais que TVs. Sem falar no predomínio brasileiro no Orkut e agora no Facebook.

O jornal, o telejornal, o rádio e a revista nunca perderão espaço e relevância. Mas têm de se adaptar a uma realidade diversa e dinâmica; a uma geração – que os americanos chamam de Y – que forma opinião das mais diferentes maneiras. Uma geração que faz do celular quase um computador portátil; que cria celebridades; que usa a rede para reclamar, ironizar, elogiar, ridicularizar. Tanto na esfera pública, quanto na privada, devemos estar atentos ao que se diz na web. Porque não há barreiras e, muito menos, fronteiras.

A descentralização da informação é uma das grandes conquistas desse século. Para leitores e jornalistas, a possibilidade de ir além, via ferramentas digitais, expande a maneira de se buscar e fazer notícia.

Assim como a TV não matou o rádio e o cinema, a internet nunca matará o velho jornal, aquela revista ou hábito de ver o jogo de futebol com o ouvido grudado na radinho. Mas é preciso integrar, interagir, abraçar uma mídia a outra tirando de cada uma o que de melhor elas têm a oferecer.

O dever de casa pode começar nas escolas de comunicação, que formam profissionais para um mercado que não existe mais. Redefinir modelos, se aproximar do mercado de trabalho e não tratá-lo mais como um vilão, pode ser o primeiro passo.

 
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Publicado por em 07/08/2009 em Tecnologia

 

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Vivendo na wikinomics

As novas ferramentas de informação e comunicação criadas para a World Wide Web (WWW) colocam a disposição de seus usuários a possibilidade de compartilhar, colaborar, criar valor e competir. Isso faz com que as pessoas possam participar da inovação e da criação de riqueza em cada setor da economia. Esse novo modelo de inovação e criação de valor é chamado por peer production ou peering, que acontece quando grupos de pessoas e empresas colaboram de forma aberta para impulsionar a inovação e o crescimento de seus ramos.

Quer saber um pouco mais? Entre no De Cabeceira e confira.

 
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Publicado por em 05/21/2009 em Tecnologia

 

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Nós precisamos de uma “nova internet”?

internet

A matéria a seguir foi publicada, em inglês, na capa do Week in Review, um dos cadernos do New York Times, no dia 14/02/2009. Hoje (21/02/2009) ela foi publicada, em português, no caderno Economia do jornal O Estado de São Paulo.

O autor, John Markoff, relata que pesquisadores discutem a possibilidade de se recriar a internet , do zero, para garantir mais segurança na rede. O problema é: como seria essa rede? Segundo o autor, uma das possibilidades seria comunidade fechada, onde usuários abririam mão do anonimato em troca da segurança. Que é o que acontece em redes de empresas e governos.

Segue os trechos que considerei mais interessante:

” ‘Se não nos dispusermos a repensar a internet de hoje’ “, diz Nick McKeown, engenheiro de Stanford envolvido na criação da nova rede, ‘podemos esperar uma série de catástrofes públicas’.

E isso foi bastante martelado no ano passado, quando um software nefasto, que teria sido lançado na rede por uma gangue criminosa da Europa Oriental, surgiu repentinamente, conseguindo enganar facilmente as melhores defesas cibernéticas do mundo.

Conhecido como Conficker, o programa rapidamente contaminou mais de 12 milhões de computadores, fazendo o maior estrago nos sistemas, afetando de centros cirúrgicos da Inglaterra a redes do exército francês.

O Conficker é uma bomba-relógio. Pode ainda hoje atacar todos aqueles computadores infectados e juntá-los numa vasta rede, formando um supercomputador, chamado Botnet, controlado clandestinamente pelos seus criadores.
….
Os criadores da internet jamais imaginaram que a rede de pesquisa acadêmica e militar um dia teria que suportar o peso de transportar todo o comércio e comunicações do mundo. Não havia nenhum ponto central de controle, e a ideia era que uma rede pudesse trocar dados com qualquer outra rede. A questão da segurança recebeu menos atenção. Mas, desde então, enormes esforços têm sido feitos para ampliar a segurança, com poucos resultados.

A ideia é criar uma nova internet com maior segurança e capacidade para suportar uma nova geração de aplicativos ainda não inventados, e também fazer coisas que a internet atual mal consegue – como dar suporte a usuários de celulares.

O projeto chamado Stanford Clean Slate não vai resolver todos os principais problemas de segurança da internet, mas deve equipar os criadores de software e hardware com um conjunto de ferramentas que farão com que os programas de segurança sejam uma parte mais integral da rede, dando às autoridades policiais recursos mais eficazes para rastrear criminosos no ciberespaço. E só isso já pode ser um meio de dissuasão.

Uma rede mais segura quase certamente vai oferecer menos anonimato e privacidade. Esse é o grande dilema dos criadores de uma futura internet. Uma ideia, por exemplo, seria exigir algo equivalente às carteiras de motorista para permitir que as pessoas se conectem a uma rede pública de computador. Mas isso vai contra o espírito libertário, profundamente arraigado, da internet.

O fornecimento de uma identidade será uma dificuldade num mundo onde é comum alguém se apossar do computador de uma pessoa a meio mundo de distância e operá-lo como se fosse seu. Enquanto isso ocorrer, criar um sistema totalmente confiável continuará sendo virtualmente impossível.

 
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Publicado por em 02/21/2009 em Tecnologia

 

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Vale a pena acessar

OceanoHoje passei o início da noite navegando nos blogs dos meu amigos e pelo caminho fui lendo muitos textos, “conhecendo” várias pessoas e adicionei algumas a minha lista.

Em alguns deles, principalmente os dos bibliotecários vi muitos textos sobre Arquitetura da Informação (AI). Esse tema está cada vez mais me deixando atraída e com “sede” de leitura. Preciso fuçar mais sobre isso… estou pensando nele para o meu TCC, mais isso também é outro assunto!

Confira a lista dos novos links, com certeza algum vai lhe agradar!

 
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Publicado por em 01/26/2009 em Tecnologia

 

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LinkedIn

Você já ouviu falar do LinkdIn? Não? Até bem pouco tempo atrás nem eu, até que me convidaram. Então aí vai uma breve descrição sobre a rede LinkedIn.

LinkedIn é uma rede de negócios que foi fundada em dezembro de 2002 e lançada em Maio de 2003, algo como uma rede de relacionamento (tipo Orkut), mas voltada e utilizada principalmente por profissionais. Em Novembro de 2007, ela tinha mais de 16 milhões de usuários registrados, abrangendo 150 indústrias e mais de 400 regiões econômicas (como classificado pelo serviço).

O principal propósito do site é permitir que usuários registrados possam manter uma lista detalhada de contatos  de pessoas, que eles conheçam, e empresas. As pessoas nessa lista são chamadas de conexões. Os usuários podem convidar qualquer um (seja um usuário LinkedIn ou não) para tornar-se uma conexão.

Esta lista de conexões pode então ser usada de vários modos:

  • Uma rede de contatos acumulada, constituída de suas ligações diretas, de segunda grau, terceiro e assim por diante facilitam com que você possa conhecer alguém através de seus contatos mútuos.
  • Isso pode ser usado para encontrar trabalhos, pessoas e oportunidades recomendadas por qualquer um na sua rede de contatos.
  • Empregadores podem listar trabalhos e buscar por candidatos potenciais.
  • Todos os candidatos a emprego podem rever o perfil de contratação e descobrir qual dos seus contatos existentes poderia apresentá-lo aos empregadores.

Esse tipo de site mostra que as redes socias não só ligam pessoas a pessoas, como ligam também pessoas a empregos, pessoas a empresas. As redes sociais não são somente mais um tipo de divertimento, se tornou uma forma de marketing pessoal/profissional.

Um perfil em rede social, como o LinkedIn e até mesmo o Orkut, se bem administrado pode render mais que uma “paquera”, pode render um bom contato profissional, novas oportunidades. Participar de rede social deixou de ser uma coisa de “desocupados” e passou a ser ambiente de pessoas interativas e conectadas com as novas tendências que a internet passou a ter.

Além disso as empresas estão cada vez mais ligadas nesses sites. Principalmente na LinkedIn pode-se perceber um grande número de perfil de pessoas com altos níveis gerênciais de empresas, inclusive de RH. Isso sem contar os perfis de empresas já cadastradas.

Sendo assim, vale a dica de dar uma olhada na rede social a qual você está cadastrado(a) e avaliar se uma empresa ficaria interessada em seu trabalho se observasse seu perfil. No caso do Orkut especialistas recomendam cuidado com comunidades que contenham em seu nome “Eu amo …” e principalmente as “Eu odeio …”.

Referências

LinkedIn

Wikipédia – LinkedIn

 
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Publicado por em 01/25/2009 em Carreira, Tecnologia

 

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