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Arquivo da categoria: Carreira

Sete maneiras de criar uma boa rede de relacionamentos

Computerword-USA – CIO Updat

Autora de um livro sobre como os profissionais introvertidos podem progredir no ambiente profissional, Naomi Karten dá dicas de qual o caminho para construir o networking

Muita gente sente um certo nervosismo quando precisa abordar outra pessoa ou ser apresentado a alguém importante. Mas para quem é naturalmente tímido, introvertido, ou ambos, fazer o chamado networking (estabelecer uma rede de contatos) profissional pode ser tão difícil quanto completar uma maratona.

Segundo a autora do livro How to Survive, Excel and Advance as an Introvert (Como Sobreviver, Destacar-se e Progredir sendo um Introvertido), Naomi Karten, os introvertidos são menos propensos a iniciar uma conversa. Isso pode ser uma desvantagem significativa no mundo corporativo, em que o sucesso na carreira depende da construção de relacionamentos sólidos.

Mas é possível aprender a fazer networking? Sim, de acordo com Karten, que dá sete dicas de como criar uma rede de contatos.

1- Desenvolva a ideia certa
O gerente de operações espaciais da norte-americana United Space Alliance, que presta serviços para a Nasa (agência espacial dos Estados Unidos), Keith Chuvala, não gosta do termo networking. Para ele, a melhor definição é construir relacionamentos. Pensando dessa forma, ele torna a tarefa mais natural e humana.

2 – Defina objetivos
Os mentores de carreira costumam mencionar a rede de relacionamentos como um caminho-chave para conseguir um novo emprego. Mas essa rede é importante também dentro da companhia. Para levar seus projetos adiante ou avançar com idiias, o profissional pode precisar de aliados ou até mesmo de segundas opiniões para questões mais específicas. Para chegar a esse ponto, uma boa estratégia é criar uma lista do que se almeja alcançar. Isso não só dá as bases para a criação de bons relacionamentos, como também motiva o profissional.

3 – Tire proveito de sua zona de conforto
O chefe de tecnologia da empresa norte-americana de direito Fenwick & West LLP, Matthew Kessner, sente-se à vontade para falar com centenas de pessoas e com grupos pequenos. Mas, curiosamente, acha assustador o meio-termo, como coquetéis. Para melhorar sua rede de relacionamentos, ele aprendeu a tirar o melhor proveito das situações confortáveis.

Conversar com multidões não constrói relacionamentos pessoais, mas ele aproveita a ocasião para falar cara-a-cara depois das apresentações. O profissional deve observar seu próprio comportamento para entender o que funciona mais para ele.

4 – Saiba mapear as oportunidades de relacionamentoUm bom começo pode ser criar uma agenda de compromissos em associações de classe, nas quais o profissional pode apresentar-se e travar conversas. Mas é importante não ficar limitado a esses eventos. De acordo com um executivo da empresa de recrutamento The PacheraGroup, baseada na Califórnia, é importante sempre ir aos locais onde o profissional será visto e reconhecido.

5 – Maximize as ferramentas de sua rede social
É interessante maximizar conexões de suas redes, como Facebook, LinkedIn, Twitter, Plaxo e CW Connect. Em todos, há grupos que estão ligados aos seus interesses, pessoais e profissionais. Pode ser a porta de entrada para novas oportunidades..

6 – Ofereça algo quando travar contatos
Para o CEO da desenvolvedora de sistemas Precision Quality Software, Andre Gous, é importante acrescentar valor cada vez que estabelecer um novo contato. “Pense sempre: o que posso oferecer?”, afirma. “Nem sempre é confortável para o outro mostrar o que quer”, diz.

7 – Comprometa seu tempo
Profissionais introvertidos estão acostumados a deixarem oportunidades de relacionamento passarem. Uma maneira de evitar que isso aconteça é comprometer o tempo e marcar encontros durante cafés da manhã ou almoços. Essa prática, quando incluída na rotina diária de negócios do profissional, torna mais fácil a criação de uma rede de relacionamentos e o desempenho social.

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Publicado por em 07/31/2009 em Carreira

 

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Carreira em evolução

carreira Hoje li um artigo muito interessante sobre carreira no Boletim Online da HSM e gostaria de compartilhar com vocês. O artigo traz uma pequena reflexão e histórico de como as carreiras eram e são tratas.

Assumir a responsabilidade pela sua carreira ou apenas deixar a empresa decidir sua trajetória profissional?
Você é aquela pessoa que percebe a sua carreira como responsabilidade exclusiva da empresa? Acredita que sua ascensão é uma questão de sorte, ou seja, estar no lugar certo na hora certa? Ou assume a responsabilidade pelo seu plano de carreira, prepara-se, tem consciência que pode fazer escolhas e investir por conta própria no seu desenvolvimento?

Evolução
No passado, a carreira de uma pessoa tinha como característica “vida na empresa”, quanto mais tempo você trabalhava na mesma empresa, mais você era remunerado e, normalmente, as possibilidades de ascensão eram verticais. Sendo assim, as empresas eram responsáveis pela carreira dos seus empregados.

Na década de 80, a descrição de cargos vira moda nas grandes empresas com o objetivo de promover planos de carreira aos seus colaboradores. Mas, como nem todos desejavam e tinham aptidão para assumir um cargo de chefia, surge a carreira em Y que dá opção de seguir dois caminhos diferentes, ser promovido para um cargo de chefia ou tornar-se um especialista.

Com a globalização, o advento das novas tecnologias e as mudanças incessantes e constantes que vêm afetando o ambiente empresarial desde a década de 90, surge a necessidade de adaptação a tais fatores por parte das empresas e dos profissionais. Diante disso, o lema vira “empregabilidade”, palavra que vem do inglês employability e significa o conjunto de conhecimentos, habilidades e comportamentos que tornam um profissional preparado e importante não apenas para a empresa em que atua, mas para qualquer companhia que tenha a necessidade de contratá-lo.

E hoje?
Atualmente, quem compete no mercado de trabalho investe mais por conta própria na formação, negocia seu talento com mais desenvoltura e assume total responsabilidade pela pelo seu plano de carreira independentemente da empresa em que trabalha. Esta é a aplicação, na prática, do conceito de carreira sem fronteiras, descrito há alguns anos pelo professor britânico Michael Arthur.

Invista no autoconhecimento
A parte mais importante, desafiante e constante no desenvolvimento profissional é, sem dúvida, conhecer a si mesmo, reconhecer os seus valores e ter clareza dos seus talentos. Caso contrário, pode cair em armadilhas quando se executa um trabalho que demanda pouco dos pontos fortes e muito dos pontos fracos, perder o foco e ter uma visão limitada das possibilidades que surgem devido a uma insegurança de quem não se reconhece.

Explore todas as oportunidades
Boa parte das pessoas, ainda, limita-se a orientar as suas carreiras apenas considerando o organograma e plano de cargos e salários da empresa em que atua. Procure explorar oportunidades dentro e fora da empresa, em busca de tendências e de opções alinhadas com seus objetivos.

Seja estrategista e crie objetivos que dependam de você
É imprescindível ter metas definidas com prazos para serem alcançadas. Porém, tome cuidado ao definir que em 3 anos você tem como objetivo alcançar o cargo X, pois esse é um referencial externo que depende de terceiros e você corre o risco de se frustrar. Sugiro que tenha como objetivo principal algo que dependa única e exclusivamente de você. Responda a pergunta: “Como posso estar mais realizado profissionalmente daqui a 2, 5 ou 10 anos?”. Em seguida, trace objetivos secundários que, neste caso, podem estar relacionados a assumir a liderança da equipe y na empresa A.

Foque na ação para alcançar a realização
Os objetivos definidos serão possivelmente alcançados quando você traçar um plano de ação consistente. Crie mini metas para serem alcançadas e especifique quais serão os indicadores de sucesso. Para isso, responda a pergunta: Como saberei que estou alcançando meus objetivos na carreira?

Monitore, comemore e mude se for preciso
Revise, constantemente, o seu plano de carreira verificando se os indicadores de sucesso estão sendo alcançados e, em caso positivo, comemore. Esteja aberto aos resultados e se for preciso mude.

Por Carlos Cruz (coach executivo e de equipes, conferencista em desenvolvimento humano e diretor da UP Treinamentos & Consultoria. Website: www.carloscruz.com.br)

 
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Publicado por em 05/12/2009 em Carreira

 

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Gerenciando sua reputação na web

reputacaoDando continuidade ao assunto de carreira na web, conforme post sobre o LinledIn, segue uma matéria que li no Portal da CIO.

Gerencie melhor sua reputação na internet
20 de março de 2009 às 14h38
Meridith Levinson

O aumento da utilização das redes sociais como ferramentas de relacionamento profissional trouxe aos executivos de TI, finalmente, o entendimento de que informações ruins publicadas na web podem trazer resultados extremamente negativos para suas reputações e carreiras.

Além da consciência sobre como esses dados podem influenciar seu futuro profissional, os executivos podem fazer uso das próprias ferramentas online para reverter situações negativas e beneficiar-se delas.

Para Dan Schawbel, especialista em marketing pessoal e autor do livro Me 2.0: Build a Powerful Brand To Achieve Carrer Success – ainda sem tradução para o português – o gerenciamento da reputação é uma missão crítica para os executivos. “Na medida em que um profissional sobe na estrutura hierárquica das corporações, torna-se mais visível – o que aumenta a possibilidade de buscas por seu nome no Google”, explica ele.

Atualmente, é comum que recrutadores e até mesmo diretores de empresas façam uma busca na web para ter acesso a mais informações sobre determinada pessoa. Assim, toda e qualquer menção ao nome de alguém na internet tem grande importância e pode servir como publicidade profissional – positiva ou negativa.

Por isso, os CIOs devem gerenciar suas aparições na rede mundial de computadores e fazer um trabalho de SEO de sua marca pessoal.

Como? Seguem aqui algumas dicas:

  • Saiba o que é dito sobre você na web: por meio de buscas utilizando diferentes combinações entre seu nome e sobrenomes. Separe um dia inteiro essa tarefa e cheque sites de relacionamento – pessoal e profissional -, veículos de comunicação especializados em sua área de atuação, blogs de amigos e colegas de trabalho e todos os outros endereços eletrônicos com os quais você possa ter alguma ligação.
    Além de menções profissionais, descubra se amigos, vizinhos, parentes ou conhecidos postaram alguma informação citando seu nome na web e monitore as mensagens deixadas pelos seus contatos em suas páginas nas redes sociais.
    Depois disso, cadastre todos os endereços e cadastre-se em seus mecanismos de RSS para que você seja avisa a cada citação nova de seu nome nos sites. Use essas informações para preparar-se para situações nas quais tais dados serão de conhecimento de seu interlocutor.
  • Defenda-se: e não ignore qualquer menção negativa a seu nome. Responda educadamente a todas as críticas. Assim, você demonstra habilidade de liderança e mostra que consegue defender seu caráter. Essas características são muito consideradas no momento das contratações.
  • Controle os resultados de busca pelo seu nome: utilizando os dez primeiros sites apontados pelo Google após uma pesquisa sobre você. Normalmente recrutadores e outros executivos avaliam os primeiros resultados da busca com mais afinco, portanto, aja para que as informações mostradas sejam positivas.
    Em primeiro lugar, cadastre-se em todas as redes sociais disponíveis. Depois, comente posts em blogs, notícias em sites. Envie e-mails a veículos de comunicação esclarecendo questões das quais tem pleno domínio e escreva artigos para um blog próprio. Essas atitudes farão com que essas aparições de seu nome sejam as primeiras a aparecer em uma busca do Google, por exemplo.
 
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Publicado por em 03/24/2009 em Carreira

 

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Volta às aulas

estudar

Voltar as aulas é um pouco chato, principalmente quando se está aproveitando bem as férias. Bastante sol, praia, festa, futebol… enfim, tudo de bom!

Entretanto é bom pensar que só falta mais esse anos de graduação, mas para de estudar não está previsto, o que está previsto sim é um MBA ou um Mestrado, dependo do rumo que vou seguir em minha carreira.

Digo isso porque ainda não decidi se irei para a parte de gestão ou tecnológica, mas…. será que não consigo aliar as duas? Bom, meu TCC será algo do tipo: Como implantar (estou procurando  um termo melhor) Inteligência Competitiva na sua empresa. Parece legal, não?!

Só que eu não me contentei com a idéia de saber apenas implantar o “negócio”, quero saber das melhores ferramentas para se utilizar nos processos, saber da pitaco na área tecnológica quando for falar com um programador ou o coordenador de TI. Será que isso é demais? Não sei, mas terei tempo para descobrir se consigo tudo isso.

Falando das aulas, além do TCC, terei esse semestre a disciplina de Serviço de Referência, que me parece boa; Gestão de Estoques Informacionais, prefiro não criar espectativas sobre essa, ainda me parece obscura; e Gestão da Informação, tenho certeza que será uma das melhores, inclusive do curso, pois além da GI será abordado GC e IC… ará! porque será?!

 
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Publicado por em 02/17/2009 em Biblioteconomia, Carreira

 

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Novo blog

De molho em casa, após o acidente de sexta, só me restaram duas coisas: ler, acessar a internet e quebra-cabeça. Como passei a tarde e a noite de ontem no quebra-cabeça, tava ficando vesga com as 1000 pecinhas, resolvi vir para o pc e atualizar meu blog, que diga-se de passagem estava precisando!

No primeiro post que escrevo hoje quero divulgar o novo blog do meu amigo e colega de trabalho Guilherme Tossulino. Você deve estar pensando, Blog do Tossulino, novo?? Faz tempo né!! Mas não, não é o Blog do Tossulino que quero divilgar, é o blog Minha Carreira. Seus autores Tossulino e Diego Homem decidem escrever sobre assuntos que rondam suas carreiras e a Geração Y! Mais um blog que adiciono a minha lista de Blog de amigos.

Você não sabe o quer dizer ou quem faz parte da Geração Y?? Entre no blog Minha Carreira e confira!!

 
 

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LinkedIn

Você já ouviu falar do LinkdIn? Não? Até bem pouco tempo atrás nem eu, até que me convidaram. Então aí vai uma breve descrição sobre a rede LinkedIn.

LinkedIn é uma rede de negócios que foi fundada em dezembro de 2002 e lançada em Maio de 2003, algo como uma rede de relacionamento (tipo Orkut), mas voltada e utilizada principalmente por profissionais. Em Novembro de 2007, ela tinha mais de 16 milhões de usuários registrados, abrangendo 150 indústrias e mais de 400 regiões econômicas (como classificado pelo serviço).

O principal propósito do site é permitir que usuários registrados possam manter uma lista detalhada de contatos  de pessoas, que eles conheçam, e empresas. As pessoas nessa lista são chamadas de conexões. Os usuários podem convidar qualquer um (seja um usuário LinkedIn ou não) para tornar-se uma conexão.

Esta lista de conexões pode então ser usada de vários modos:

  • Uma rede de contatos acumulada, constituída de suas ligações diretas, de segunda grau, terceiro e assim por diante facilitam com que você possa conhecer alguém através de seus contatos mútuos.
  • Isso pode ser usado para encontrar trabalhos, pessoas e oportunidades recomendadas por qualquer um na sua rede de contatos.
  • Empregadores podem listar trabalhos e buscar por candidatos potenciais.
  • Todos os candidatos a emprego podem rever o perfil de contratação e descobrir qual dos seus contatos existentes poderia apresentá-lo aos empregadores.

Esse tipo de site mostra que as redes socias não só ligam pessoas a pessoas, como ligam também pessoas a empregos, pessoas a empresas. As redes sociais não são somente mais um tipo de divertimento, se tornou uma forma de marketing pessoal/profissional.

Um perfil em rede social, como o LinkedIn e até mesmo o Orkut, se bem administrado pode render mais que uma “paquera”, pode render um bom contato profissional, novas oportunidades. Participar de rede social deixou de ser uma coisa de “desocupados” e passou a ser ambiente de pessoas interativas e conectadas com as novas tendências que a internet passou a ter.

Além disso as empresas estão cada vez mais ligadas nesses sites. Principalmente na LinkedIn pode-se perceber um grande número de perfil de pessoas com altos níveis gerênciais de empresas, inclusive de RH. Isso sem contar os perfis de empresas já cadastradas.

Sendo assim, vale a dica de dar uma olhada na rede social a qual você está cadastrado(a) e avaliar se uma empresa ficaria interessada em seu trabalho se observasse seu perfil. No caso do Orkut especialistas recomendam cuidado com comunidades que contenham em seu nome “Eu amo …” e principalmente as “Eu odeio …”.

Referências

LinkedIn

Wikipédia – LinkedIn

 
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Publicado por em 01/25/2009 em Carreira, Tecnologia

 

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Atuação do bibliotecário como profissional de inteligência competitiva: caso Knowtec

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Hoje gostaria de aproveitar para divulgar um trabalho meu e de minha companheira e amiga Paula Carina. Esse trabalho, que leva o mesmo título do post, foi feito e apresentado no XXVII Painel: Biblioteconomia em Santa Catarina. Evento promovido pela ACB e realizado nos dias 27 e 28 de novembro de 2008.

Segue o resumo do trabalho e o link de nossa apresentação. Para mais informações é só entrar em contato.

Resumo:
Apresenta um relato de experiência da atuação do bibliotecário no Núcleo de Inteligência Competitiva (NIC) da empresa Knowtec em Florianópolis (SC). Aborda o conceito de inteligência competitiva (IC), descreve suas etapas e aponta os atores envolvidos. Destaca o trabalho do bibliotecário no processo de IC a partir da descrição das atividades de coordenação de pesquisa, monitoramento de mídias e pesquisa de informações. Infere-se que onde existe a necessidade de coletar, organizar, tratar e disseminar informação, também há a necessidade do trabalho de um bibliotecário. Portanto, fica claro que é importante investir na formação de profissionais multifacetados, aptos a trabalhar em diferentes segmentos, já que a informação está presente em todas as organizações e os sistemas de inteligência competitiva, em particular, exigem cada vez mais profissionais com inúmeras habilidades pessoais e profissionais.

Apresentação: Atuação do bibliotecário como profissional de inteligência competitiva: caso Knowtec

 

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