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Arquivo da categoria: Biblioteconomia

Publicações

escrever1Hoje escrevo por um motivo muito especial.

Acaba de ser publicada a nova Revista da ACB, Vol. 14, N° 1 (2009). E o que tem de mais isso você deve estar se perguntando, não é?! O que tem de tão especial nessa revista?

Tem, pelo menos para mim e mais algumas amigas, pois nessa edição há um artigo e um relato de experiência de minha autoria com as minhas amigas.

O artigo é: O perfil do bibliotecário empreendedor (Entrepreneur librarian profile – p.26-44). Parceria minha com a Daiana Lindaura Conti e a Prof. Delsi Fries Davok.

O relato de experiência é: Atuação do bibliotecário como profissional de inteligência competitiva: caso KNOWTEC (Librarian’s work as a professional of competitive intelligence: case KNOWTEC – p.116-128). Parceria minha com a Paula Carina de Araújo.

Tenho certeza, e espero, que essas sejam as primeiras de muitas que ainda virão.

Obrigada a todos que me ajudaram a escrever essas duas publicações, principalmente as minhas amigas e autoras destes.

 

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Gestão da informação X Gestão do conhecimento

Gestão do ConhecimentoNesta terça-feira, na aula inicial da disciplina de Gestão de Informação, discutimos sobre os conceitos de gestão da informação (GI). Conceito que para muitos se confunde com a gestão do conhecimento (GC).

Aí lembrei-me que já havia escrito algo sobre isso no ano passado, no blog colaborativo que fiz com o Gian durante nossa participação no GeCIC, o Knowtec no GeCIC.

Então descrevo, aqui também, algumas diferenças entre a GI e a GC que foram apresentadas pelo Roberto Miranda durante o evento.

GI: foco no registro e processamento da informação explícita.
GC: foco na captura de informação tácita

GI: informação  de diversas fontes e organiza em sistemas de bancos de dados.
GC: obtém informação de uma fonte e promove sua reutilização em outras situações.

GI: desenhado para armazenamento e controle centralizado da informação.
GC: desenhado para armazenamento, controle compartilhado da informação e conhecimento.

GI: produtividade por eficiência.
GC: produtividade pela inovação.

GI: atende mudanças mais lentas e previsíveis.
GC: atende mudanças rápidas e inesperadas.

Gestão da Informação Gestão do Conhecimento
Objeto Conceito
Explícito Tácito
Informação Pessoas
Processos Relações
Operações Inovações
Sistemas Organizações

Família da Gestão:
Pai – Gestão de dados
Filho 1 – Gestão da informação
Filho 2 – Gestão de conteúdo
Neto – Gestão do conhecimento
Primo – Gestão de aprendizado

 

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Censura de informação X Seleção de Informação

Censorship Semana passada discutimos em sala de aula, na disciplina de Gestão de Estoques Informacionais, um assunto um tanto quanto polêmico, eu diria: censura da informação e a seleção de informação.

Quando saber se estamos selecionando corretamente as informações para nossos usuários e não os privando de informações, talvez, pertinentes? Qual o ponto onde termina um e começa o outro? Afinal, quando você seleciona informações para o seu usuário, ao descartar algumas julgando não relevante/pertinente não estaremos omitindo uma outra face da informação?

Foram levantados alguns pontos importante na hora de realizar a selação de informações/materiais como: imparcialidade, convicções e tabus sociais. Porém eu me pergunto, por mais que as pessoas queiram ser imparciais nesse momento, como não impor suas preferências e convicções num momento como esse?

Pensemos: a pessoa responsável pelas compras de determinada empresa vai realizar a compra de livros solicitados pelos demais colaboradores. Ele possui uma  verba X para essa compra. Após “pegar” todas as obras que lhe foram solicitadas com urgência ainda sobrou um dinheiro. Ele pode optar por aquele livro que ele tanto queria e um que foi solicitado por outro colaborador, ambos na lista de espera. Provavelmente qual será o comprado? Imparcialidade

Outro caso: um aluno de ensino fundamental precisa fazer uma pesquisa sobre religião. Como é a primeira vez que ele vai a uma biblioteca pede ajuda a bibliotecária que vê. O que ela provavelmete entregará ao menino? Convicções

Último ponto: porquê não existe (se existe nunca ouvi falar) em nossos livros didáticos assuntos como: homossexualismo, preconceitos racial, econômico e social e violência doméstica? Tabus

Se você estivesse em algum desse casos o que você faria? Compraria o livro que tanto quer? Daria ao aluno livros somente sobre o catolicismo? Publicaria um livro didático de educação sexual abordando o homossexualismo?

Selecionaria livros / informações para seus usuários sendo imparcial, ignorando suas convicções e “não lingado” para os tabus? Nos dois últimos casos, você não se importaria se seu filho(a) chegasse em casa com algum livro contra suas convicções e “assuntos desagradáveis”?

Nossa, mas quanta pergunta! Pois é, foi mais ou menos assim que eu saí da sala de aula. Tentando imaginar o que eu faria em algum desse casos!

Mas esse assunto não fica por aqui! Ainda falarei um pouco mais sobre censura de informação e a tal Lei de Informação que o governo está criando e querendo aprovar.

 
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Publicado por em 03/02/2009 em Biblioteconomia

 

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Volta às aulas

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Voltar as aulas é um pouco chato, principalmente quando se está aproveitando bem as férias. Bastante sol, praia, festa, futebol… enfim, tudo de bom!

Entretanto é bom pensar que só falta mais esse anos de graduação, mas para de estudar não está previsto, o que está previsto sim é um MBA ou um Mestrado, dependo do rumo que vou seguir em minha carreira.

Digo isso porque ainda não decidi se irei para a parte de gestão ou tecnológica, mas…. será que não consigo aliar as duas? Bom, meu TCC será algo do tipo: Como implantar (estou procurando  um termo melhor) Inteligência Competitiva na sua empresa. Parece legal, não?!

Só que eu não me contentei com a idéia de saber apenas implantar o “negócio”, quero saber das melhores ferramentas para se utilizar nos processos, saber da pitaco na área tecnológica quando for falar com um programador ou o coordenador de TI. Será que isso é demais? Não sei, mas terei tempo para descobrir se consigo tudo isso.

Falando das aulas, além do TCC, terei esse semestre a disciplina de Serviço de Referência, que me parece boa; Gestão de Estoques Informacionais, prefiro não criar espectativas sobre essa, ainda me parece obscura; e Gestão da Informação, tenho certeza que será uma das melhores, inclusive do curso, pois além da GI será abordado GC e IC… ará! porque será?!

 
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Publicado por em 02/17/2009 em Biblioteconomia, Carreira

 

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Biblioteca corporativa 2.0

biblioteca 2.0

bibliotec 2.0

A função básica de toda biblioteca é organizar, tratar e disseminar informações, seja ela pública, escolar, universitária, particular ou empresarial. O que difere cada uma dessas unidades de informação (UI) são seus usuários e os tipos de necessidades que deles demandão.

Dentro de uma empresa, eu diria, que a biblioteca tem uma função “a mais”, que é auxiliar na tomada de decisões. Ela deve ser além de um depósito de documentos e livros, ela deve atuar de forma decisiva, pois é nela que o conhecimento da empresa pode ser gerido.

A biblioteca empresarial pode oferecer suporte ao desenvolvimento de novos produtos, a formação  e informação dos colaboradores, além de incentivar o desenvolvimento cultural e o hábito da leitura e auxiliar a alta gerência na tomada de decisões estratégicas.

Para exercer todas essas funções o bibliotecário precisa que a empresa tenha sua missão, valor, visão e objetivos muito bem claros e as deve compreender muito bem. Além disso, deve estar atento ao fato que grande parte das informações estratégicas não estão em livros, elas estarão em periódicos eletrônicos, bases de dados digitais, centros de documentação, portais especializados e outras bibliotecas.

Chegou a hora de termos na prática as bibliotecas 2.0, que é a biblioteca na era da web 2.0. Um portal interativo, onde o usuário possa encontra um catálogo de materiais integrado com wiki e blog, além um serviço de referência via chat e um serviço RSS. Nas organizações a biblioteca 2.0 é um dos melhores meios de manter todos os colaboradores e diretores informados, pois ela oferece dinâmica e resposta ágil e confiável.

Vivemos no mundo 2.0, o mundo da colaboração, chegou a hora das bibliotecas e bibliotecários entrarem de vez nesse mundo.

Segue o trabalho “O Poder da Colaboração” desenvolvido com minha amiga Daiana Conti.

Poder da Colaboração .ppt

Poder da Colaboração .doc

 
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Publicado por em 02/15/2009 em Biblioteconomia

 

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Atuação do bibliotecário como profissional de inteligência competitiva: caso Knowtec

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Hoje gostaria de aproveitar para divulgar um trabalho meu e de minha companheira e amiga Paula Carina. Esse trabalho, que leva o mesmo título do post, foi feito e apresentado no XXVII Painel: Biblioteconomia em Santa Catarina. Evento promovido pela ACB e realizado nos dias 27 e 28 de novembro de 2008.

Segue o resumo do trabalho e o link de nossa apresentação. Para mais informações é só entrar em contato.

Resumo:
Apresenta um relato de experiência da atuação do bibliotecário no Núcleo de Inteligência Competitiva (NIC) da empresa Knowtec em Florianópolis (SC). Aborda o conceito de inteligência competitiva (IC), descreve suas etapas e aponta os atores envolvidos. Destaca o trabalho do bibliotecário no processo de IC a partir da descrição das atividades de coordenação de pesquisa, monitoramento de mídias e pesquisa de informações. Infere-se que onde existe a necessidade de coletar, organizar, tratar e disseminar informação, também há a necessidade do trabalho de um bibliotecário. Portanto, fica claro que é importante investir na formação de profissionais multifacetados, aptos a trabalhar em diferentes segmentos, já que a informação está presente em todas as organizações e os sistemas de inteligência competitiva, em particular, exigem cada vez mais profissionais com inúmeras habilidades pessoais e profissionais.

Apresentação: Atuação do bibliotecário como profissional de inteligência competitiva: caso Knowtec

 

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Surfando nas ondas da internet

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Ontem estava surfando pela internet e achei algo muito interessante, que considerei importante repassar para vocês.

A diferença entre dado, informação, conhecimento e sabedoria. Normalmente falam da diferença entre eles deixando a sabedoria de fora, por isso compartilho essas palavras do Prof. Nepomuceno.

Dado, informação, conhecimento e sabedoria

 
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Publicado por em 01/15/2009 em Biblioteconomia

 

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