RSS

Gestão do conhecimento não existe!

18 mar

conhecimento_proibido_logo É isso que afirma o Professor Nepomuceno em seu último artigo, que acaba de ser publicado na Webinsider. Confesso que fiquei muito surpresa com sua coragem de afirmar isso e é por compartilhar dessa opinião que replico abaixo o artigo na íntegra.

Não existe gestão do conhecimento. É um mito
18 de março de 2009, 9:53
Por Carlos Nepomuceno

Este artigo não é recomendado para crianças. 😉

Vamos aos fatos. Não é possível que um velhinho de barba e roupa vermelha rode em uma noite todo o planeta. Nem a Amazon consegue ser tão eficiente.

Já sobre a Gestão do Conhecimento podemos dizer que:

1. Só é possível fazer a gestão de algo concreto.

De livros, mercadorias, de documentos, até de pessoas, pois elas têm nome, CPF e identidade, são concretas, palpáveis, existem, são substantivos.

(Mesmo de mercadorias imateriais, como um software, é possível, pois existem os códigos que podem ser manipulados.)

2. Não faz-se gestão de algo que pode vir a ser, nem do futuro, nem do que passou, como o passado. Não é possível assim administrar sonhos, ideias, conhecimento.

Eles não existem, podem ou não ocorrer, são irreais, possibilidades, são verbos em movimento, que dependem de uma série de circunstâncias reais para tornar com a sua ação algo concreto, aí sim, um substantivo gerenciável.

É possível, por exemplo, fazer a gestão do ambiente para produzir novas ideias.

Mas tudo é apenas possibilidades, diminuição de taxa de erro, etc…

Criar um espaço confortável, para proporcionar o bem estar das pessoas. Perceber, a partir da experiência e dos desejos, aonde cada um pode render mais e como. (O Caetano gosta de ambientes calmos e pouco agressivos em uma entrevista. Já o Brizola gostava da polêmica.)

Ou seja, cada pessoa tem um potencial e precisa de um determinado ambiente para se sentir confortável para que aquela complexidade toda (emoção, razão, espírito) consiga – a partir de determinadas condições – apresentados determinados problemas, produzir determinados resultados.

São condicionantes.

Faz-se assim, no máximo, gestão dos potenciais (ou seja das pessoas e do seu perfil), gestão do ambiente, gestão do que foi produzido (informação), mas não do conhecimento, que é um algo sempre em processo.

Parafraseando Raul Seixas: conhecimento que se sonha junto é informação.

Sim, a meu ver, gestão do conhecimento é um mito inventado, que adotamos por um período, mas que já está na hora de superá-lo, pois ele tem gerado mais confusão do que solução.

A internet com suas ferramentas de colaboração apresenta o tempo todo soluções para a gestão dos potenciais, ao querermos mais e mais saber dos desejos de cada um.

Vide os livros recomendados pela Amazon. A busca personalizada do iGoogle.

A sociedade das mudanças aceleradas pede que a gestão dos potenciais intelectuais seja bem feita, pois é desse criatividade que as organizações ganham competitividade.

E antes que você me pergunte. Não, não coelhinho da páscoa também não coloca ovos de chocolate.

E você o que acha disso tudo?

Anúncios
 
21 Comentários

Publicado por em 03/18/2009 em Gestão do Conhecimento

 

Tags: , ,

21 Respostas para “Gestão do conhecimento não existe!

  1. Karol

    03/19/2009 at 10:07

    Se a GC é o compartilhamento do conhecimento (soma de formação, habilidades, competência, experiências das pessoas) na organização e esse conhecimento está dentro das pessoas não entendo de que forma isso pode ser estruturado, categorizado e armazenado num sistema. Esse processo de fazer circular o conhecimento dentro das organizações me parece mais networking (contatos, relacionamentos formais e informais, reuniões, cafezinhos, almoços e jantas hehehe); ou isso tudo aí dentro um processo mais formal pode se chamar também de gestão de competências [que na verdade é gestão de pessoas – alocar a pessoa certa no lugar certo].
    Olha, queria muito que alguém pudesse sentar comigo e explicar toda essa história (snif).

    Beijoooo

     
    • Maria Carolina

      03/19/2009 at 12:34

      Aí Karolzinha.. se você sentar com alguém te explique isso me chama, tá?!
      Em todo caso, por enquanto penso como você, só existe Gestão da Informação e Gestão de Pessoas.
      ;**

       
  2. Maria Carolina

    03/19/2009 at 13:52

    Pessoal,
    Quem tiver interesse, eu fiz um comentário no Websinter e o Professor me respondeu. Acho que vale um espiada na discussão que está rolando por lá.

    Nepomuceno disse também que está rolando uma discussão sobre isso no blog dele, no post que tem o seguinte endereço: http://nepo.com.br/2009/02/03/nao-existe-papai-noel-nem-gestao-de-conhecimento/

    Ainda mais, ele recomendou a leitura do livro Ecologia da Informação e outros dois posts do blog dele.

    Tudo isso no link: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/03/18/nao-existe-gestao-do-conhecimento-e-um-mito/

    Abraços

     
  3. Carol Sá

    03/19/2009 at 14:51

    Guria, adorei esse texto. É um tema polêmico e muito difícil de se chegar a alguma solução que agrade 100% das pessoas, afinal, como ele mesmo disse “tem gerado mais confusão do que solução”.

    beijO!

     
  4. Paula Carina de Araújo

    03/19/2009 at 21:00

    É amiga, aqui estamos nós, novamente discutindo Gestão do Conhecimento. Adoro! Mas esse assunto faz sair fumaça da minha cabeça.

    Pelas leituras que tenho feito e na tentativa de criar um Projeto de GC para o Sistema de Bibliotecas da UFPR também estou chegando a conclusão de GC não existe, é só um novo nome para a velha e boa Gestão da Informação agregada à Gestão de Pessoas.

    Ao ler os artigos recomendados pelo Profº Ricardo do Mestrado, também cheguei a conclusão de que conhecimento explícito nada mais é do que INFORMAÇÃO.

    A nova sociedade e economia exigem de nós o compatilhamento de experiências e sobretudo informação. Compartilhar conhecimento é difícil, pois é algo que está na mente dos conhecedores. Um dia fui discutir com a Profª Lani sobre um possível projeto de Mestrado e ela me disse: “Gestão do conhecimento não existe, esse termo está na moda. O que fazemos realmente é Gestão da Informação”. Sabe que estou começando a concordar com ela!

    Iniciei a leitura do livro “Ecologia da Informação” e recomendo. O autor esclarece muita dúvidas que surgem em nossas mentes quando tratamos desses conceitos tão confusos hoje em dia.

    Um bj

     
    • Maria Carolina

      03/19/2009 at 22:46

      Pois é minha amiga, aqui vamos nós novamente! (rsrs)
      Quando eu perguntei para a Profª Ana Maria, semana passada, se realmente existia a Gestão do Conhecimento ela teorizou um pouco me no fim me disse o seguinte: “pega o dicionário da Oxford, ou algum parecido que mostre o conceito da palavra em inglês mesmo, e veja o conceito das palavras knowledge e information, e depois conversamo novamente.” Eu disse Ok. Deixei-a na porta e subi direto para a biblioteca e fui pegar o dicionário. Segue as traduções:
      Information = A collection of related data. Knowledge about a topic. (A recolha de dados relacionados. O conhecimento sobre um tópico.)
      Knowledge = Relevant information that one is able to recall from memory. (Informações relevantes que se é capaz de lembrar de memória.)
      Após isso fui procurar o significado de know-how, pois não vi em knowledge o siginicado que damos para a palavra conhecomento. Veja o que encontrei: Know-how= the knowledge and skill to be able to (do something correctly) [o conhecimento e habilidade para ser capaz de (fazer algo corretamente)]. Aí sim vi o mesmo significado para nossa concepção de conhecimento.
      Será que Knowledge Management não é sinônimo da nossa Gestão da Informação e o mais correto para Gestão do Conhecimento não seria Know-how Management?

       
  5. Marcelo Yamada

    03/20/2009 at 00:33

    Olá, Maria Carolina. Cheguei ao seu blog através de buscas que faço regularmente em torno do tema “gestão do conhecimento”.

    Você me permitiria discordar?

    Acredito que toda a abordagem se apóia na defesa do fato de que o conhecimento existe apenas na mente das pessoas, e que portanto qualquer coisa que esteja fora dos indivíduos não pode ser outra coisa a não ser informação.

    Se nos apegarmos a essa conceituação, de fato, não haverá espaço para uma gestão do conhecimento.

    Entretanto, a meu ver, o nome mais adequado para a “gestão do conhecimento” é “gestão do conhecimento corporativo” – mas não podemos falar em conhecimento corporativo se não abrirmos mão da definição de que o conhecimento está somente nas pessoas.

    Se abrirmos mão dessa definição por alguns instantes, poderemos afirmar que as corporações têm, sim, conhecimento. Mais que isso, têm competências. competências essas que permitem que a empresa forneça a seu mercado aquilo que fornece. E embora essa competência conte com as competências pessoais, não se limita a elas – depende também de processos, procedimentos, relacionamentos, equipamentos, softwares. Não à toa, esse conjunto completo (incluindo as pessoas) foi chamado por Stewart e Sveiby de Capital Intelectual.

    E essas coisas são gerenciáveis.

    Assim, se nos permitirmos admitir que o conhecimento não está somente nas pessoas, poderemos dizer que a gestão do conhecimento existe, sim, e é bem concreta.

    Que tal? Parece aceitável?

    Um abraço.

    Marcelo Yamada

     
  6. Karol

    03/20/2009 at 12:18

    Sob o enfoque da etimologia sim. Mas aí é q tá, pq 2 nomes diferentes para a mesma coisa? As pessoas gostam de complicar hihihi =)

     
  7. Paula Carina de Araújo

    03/20/2009 at 13:48

    Carol, acredito que essa definição do dicionário para know how está mais ligada a Competência do que a Conhecimento.

    Quanto ao comentário do Marcelo Yamada, discordo quando você diz que as corporações tem conhecimento, o que elas tem sim é um Capital Intelectual.

     
  8. Tanara

    03/20/2009 at 17:45

    Acho contraditória as idéias do artigo. O autor fala que não é possível fazer gestão do que pode vir a ser, que só é possível fazer a gestão de algo concreto, depois fala de gestão de potenciais. Potenciais não são coisas que podem vir a ser ainda?

    Bom, eu ainda acredito que gestão do conhecimento é possível sim.

    beijos

     
    • Maria Carolina

      03/27/2009 at 00:45

      Gostaria de agradecer também a passagem da Tanara e do Fred aqui pelo blog. Sejam bem vindos!

      Tanara: dentro de um mesmo artigo, post ou até mesmo comentário podemos ser contraditórios no que escrevemos quando o assunto é complexo, como GC. Veja meu exemplo: semana passada quando o Prof° Nepomuceno escreveu o artigo concordei com a idéia dele, dias seguintes de discussão me levaram a outros pensamentos, fazendo-me acreditar que realmente GC é possível se tentarmos compreender sua grandeza maior do que o simples significado que as palavras que lhe dão esse nome (não sei se me fiz entender).
      Assim, Gestão do Conhecimento não é apenas gerir o conhecimento, até porque ele é tácito, mas sim gerir a informação registrada, a transmitida pelas pessoas e o ambiente onde elas se inserem, seu contexo.
      Bom, isso é o que penso hoje. Será que viajei demais? :p

      Fred: não seja tão firme, as opiniões podem mudar apenas em segundos. É só alguém lhe apresentar uma boa argumentação que você se perguntará se o que pensas é relamente certo, sem chance de erro.

      Abraços e aguardo você mais vezes por aqui.

       
  9. Fred

    03/22/2009 at 17:49

    Acredito que o conhecimento é abstrato, o que é medido é a capacidade técnica (competência) e pré-reconhecimento de conceitos e habilidades próprias para realizar algo. Concordo com o Professor Nepomuceno, GC não existe.

     
  10. Kaléu Caminha

    03/26/2009 at 23:45

    Acabo de vim da discussão no Web Insider e gostaria de levantar porque não Gestão do Conhecimento?

    Como o Rogério comentou lá e a Maria Carolina aqui GC é a boa e velha Gestão da Informação agregada a Gestão de Pessoas. Lá no Web Insider o Nepomucemo ainda insere a Gestão do Ambiente.

    Considerando que todos esses ítens estão intimamente interligados, porque não chamar os processos provenientes dessa agregação de Gestão do Conhecimento? Afinal, o Conhecimento é sempre resultado da interação entre pessoas e informações em um determinado ambiente..

    Então, o que acham?

     
    • Maria Carolina

      03/27/2009 at 00:31

      Olá Kaléu, seja bem vindo ao meu blog!
      Confesso a você que depois de todas as discussões, em sala de aula e na web através desse post e do artigo do Prof° Nepomuceno, é exatamente a essa conclusão que eu tenho chegado:
      GC = GI + GPessoas + GAmbiente
      Como o Vinícius, do Instituto Stela, falou na semana do bibliotecário, “a Gestão do conheciemento nada mais é do que um agregado de coisas que ninguém sabia do que chamar.”
      Afinal, para qualquer tipo de gestão se precisa e envolve o conhecimento envolvido nos tais processos.

      Acho que é mais ou menos esse o caminho, não?!

       
      • Vinícius M. Kern

        04/07/2010 at 16:44

        Oi Carolina,

        Espero que eu não tenha dito exatamente desse jeito, mas penso, sim, que “Gestão” em “Gestão do Conhecimento” tem um significado bem diferente de “Gestão” em “Gestão da Informação”. Dito de outra forma (por Wilson [1]), GC é uma designação muito ruim que pegou e agora estamos com ela, empatados, sem nome melhor.

        Minha forma de expressar o que é GC é: “gestão de ativos de conhecimento”, “gestão na sociedade do conhecimento”, “gestão focada no conhecimento como fator de produção”. Concordo plenamente que não há “gestão do conhecimento” no sentido preciso da expressão, mas a GC existe e vai continuar evoluindo e amadurecendo, inclusive como disciplina acadêmica. Outros nomes infelizes apareceram antes (p.ex. “inteligência artificial”, “quociente de inteligência”) mas creio que nenhum relacionado a coisa tão ampla quanto a GC.

        Assim como outros temas (p.ex. data warehousing) que apareceram entre consultores e mais tarde foram incorporados pela academia com rigor e consolidação conceitual, a GC criou muito ruído antes de começar a se estabelecer como tópico acadêmico. Mas vai de vento em popa. A literatura científica dá evidências [2].

        []s Vinícius

        [1] Wilson, T.D. (2002) The nonsense of ‘knowledge management’. Inf Research 8 (1). http://informationr.net/ir/8-1/paper144.html
        [2] Fiz um levantamento-relâmpago no Google Scholar, com estes quantitativos de itens para os anos deste milênio: 8630, 11200, 13600, 14800, 17000, 18100, 19900, 20500 e 17800 (pode não ser decréscimo, pois estamos em abril e nem tudo de 2009 já foi para a Web).

        P.S. Agradeço a referência elogiosa à equipe do Instituto Stela no comentário a seguir.

         
      • Vinícius M. Kern

        04/09/2010 at 15:54

        Oi Carolina; eu de novo

        Se “gestão do conhecimento” não existe, tampouco “sistemas de informação”.
        Nem o conhecimento é gerido, nem esses sistemas são feitos (só) de informação.

        Talvez pudéssemos chegar a nomes melhores. Ou não. O artigo citado diz -equivocadamente- que só se pode gerir coisa concreta. A não ser que reiventemos o significado das palavras, a informação é abstrata (não tem energia) mas é passível de gestão. Em todo caso, na gestão do conhecimento, o que se gere são -ativos- de conhecimento. Nos sistemas de informação, temos um sistema social que usa um sistema técnico que manipula informação.

        É um longo assunto, mas resumo assim: O mundo acadêmico é muito mais falho e irracional do que parece.

        []s Vinícius

         
  11. Kaléu Caminha

    03/27/2009 at 00:42

    Vinícius Guerra do Instituto Stela?
    Se sim, tivemos uma aula com esse cara fantástico. Aliás, todo o pessoal do Instituto Stela é incrível.

    Sobre GC, se chegamos a conclusões tão parecidas então é provável que o caminho seja esse..gostei bastante dessa fala do Vinícius também e o Nepo por tudo o que falou parece querer dizer a mesma coisa.

    Parabéns pelo Blog, adorei isso aqui!

     
    • Maria Carolina

      03/27/2009 at 00:55

      Oi Kaléu (que rápido menino, mau deu tempo de eu responder o outro comentário.. rsrs)!
      Respondendo, sim, foi ele mesmo que nos proferiu umas palavras no dia do bibliotecário, em uma mesa redondo de Gestão do Conhecimento.
      Acho que sim, esse é o caminho para entendermos melhor a GC. Não podemos chegar agora e simplismente dizer que tudo o que já foi estudado, escrito e teorizado a respeito do assunto “não está correto” ou que “não existe”, até essa porque nunca foi a intenção.
      Acredito que com a participação de diversas pessoas, das mais variadas áreas, ajude-nos a compreender melhor o grande significado da GC. Esse tenho a certeza de que é o caminho para a construção do conhecimento de cada um de nós que estamos por aqui (ou por aí ma web colaborativa).

      Obrigada pelas palavras de consideração e apareça sempre!
      😉

       
  12. Fred

    03/30/2009 at 01:36

    Achei interessante a discussão que surgiu aqui no blog. As coisas mudam a todo instante, acredito que as opiniões postas aqui no blog são todas passíveis de mudanças devido aos melhores argumentos e novas abordagens que vão surgindo. Quanto ao que foi levantado até agora sobre GC, existem muitas possibilidades, talvez seja esse o caminho ( GI + GP + GAmb.), mas só saberemos quando alguém de forma prática mostrar o que já foi feito sobre isso.
    Valeu Maria pelas palavras!

    e tu Kaléu? Como está a Empresa Junior de Sistemas?
    Abraço a todos

     
  13. Andreia Sousa

    04/02/2009 at 16:25

    Ola colegas!
    Acho que a única que me conhece por aqui é a Paula por ter me formado bem antes de vcs na UDESC.

    Por causa da Paula estou começando a gostar de blog! Me atualizo e menos me afasto da BIblio e da UDESC (que tanto sinto falta). Bem, li todos os comentários sobre GC e quase enlouqueci, pois depois de quase 5 anos de formada, percebi que o que me fascina da CI é a Gestão do Conhecimento. Me preocupo muito com o conhecimento pois nada mais é, no meu ponto de vista, o resultado da busca da informação e até mesmo da existência das bibliotecas (principal unidade de informação numa sociedade).

    Ler inicialmente que CG não existe me deixou meio frustada no começo. Me fez refleti se o que gosto tem sentido! Se não to perdendo o meu tempo! Saber que grandes amigos, como a Ana Maria e a Lani acham sobre isto tbm me assustou. Enfim, GC é algo que realmente o grande problema e o que gera algumas discussões (como várias na nossa área) é nomenclatura. Gestão do Ambiente talvez fosse o nome mais correto para gestão do capital (informação e conhecimento) intelectual, que pode ser corporativo ou não.

    Sugiro, para aqueles que como eu acreditam ou tem dúvidas sobre CG lerem os pais da GC, Takanori e Nonaka, autores do livro Gestão do Conhecimento e o Choo, que fala tbm de GC (não me recordo o nome do livro dele que li meses atrás sobre o tema).

    Abraços a todos!

     
  14. ph

    05/04/2009 at 16:22

    Eu não entendo nada disso, mas concordo com o autor. Essa tal de gestão do conhecimento parece não passar de mais um desses modismos do mundo “porcorativo”. Se espremer, mesmo, não sai nada.
    Eu sugeriria, só, que o cara tomasse mais cuidado ao escrever. O texto está muuuito mal escrito.
    saudações rubro-negras 😉
    ph

     

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: