Ultimamente tenho pensado que preciso voltar a escrever aqui no blog, mas não qualquer coisa ou simplesmente “jogar” uma informação e deixar que todos comentem algo que eu nem pensei muito sobre, algo que postei por postar.
Penso todos os dias comigo: “preciso escrever algo inteligente, que volte a movimentar o meu blog e que as pessoas continuem gostando do que estavam lendo!”.
Porém como escrever algo aqui, relevante e interessante, utilizando meus carregados neurônios e meu pequeno tempo de produção se tenho um TCC batendo na minha porta e eu estou gritando “já vou” a alguns dias?!
Mesmo assim resolvi tirar essa noite para fazer isso! Algo do tipo: preciso desabafar, não dá mais para adiar! Aí fiquei dizendo a mim mesma: “algo inteligente, algo inteligente, pensa, pensa, pensa!!” Aí pensei “inteligência” esse é o assunto desse post!
Explico: inteligência é a coisa que eu mais tenho pensado nesses últimos dois meses devido ao meu TCC, mas não qualquer inteligência, a Inteligência Competitiva. Algo, que além de tema da minha monografia, é meu trabalho, meu dia-a-dia, assunto que tenho levado para o mundo real dos bibliotecários em palestras e eventos que tenho participado. É interessante ver como coisas do nosso cotidiano se tornam tão simples para nós, que somente quando falamos com alguém que não vive essa realidade nos damos conta de que é algo complexo.
Foi exatamente isso que Leila Ramos (bibliotecária e coordenadora de pesquisas da Knowtec) e eu percebemos nesta segunda-feira, 14/04/2009, ao palestramos para a turma do curso de Especialização em Administração de Unidades de Informação, da UDESC, durante a disciplina de Inteligência Competitiva. Levamos para a sala de aula como o bibliotecário pode atuar nesse contexto e, diga-se de passagem, pode fazer tudo que está previsto para se fazer em um processo de Inteligência Competitiva (IC).
Bom, mas primeiramente o que é IC, você pode estar se perguntando? Lá na Knowtec, nosso gerente Giancarlo costuma resumir IC em outras duas palavras: Saber antes. É você preparar e amparar os decisores da sua empresa para tomar as mais diversas decisões dentro da empresa, essas decisões podem ser sobre os fornecedores, os concorrentes ou até mesmo sobre os produtos. A idéia é que esse “subsídio” seja anterior a qualquer acontecimento, agir, saber antes que se seus concorrentes saibam.
Os processos de IC seguem basicamente um ciclo com 5 etapas, dependendo do autor, sendo elas: planejar, coletar, analisar, disseminar e avaliar. Para os bibliotecários esse ciclo se parece com o de disseminação seletiva da informação ou até mesmo o de gestão da informação. Por isso, pode-se, afirmar que o bibliotecário está apto a atuar nas etapas dos processos de IC.
Em um próximo post, me cobrem isso, falarei sobre a atuação desse profissional em cada uma das etapas do clico de IC.
Paula Carina de Araújo
04/17/2009 at 21:29
Então amiga, pra mim o Profº. Mauro e Noêmia falavam grego quando falavam sobre IC. Claro que levei comigo muitos ensinamentos aprendidos em sala de aula, mas foi com a prática na Knowtec, com as reuniões, conversas informais e todas as formas de compartilhamento de informação e conhecimento que lá existem, que eu entendi o que é IC.
Fico muito feliz em saber que vocês estão levando esse conhecimento para as cadeiras acadêmicas, senti muita falta dessa troca durante a graduação. Tenho certeza que o pessoal adorou a palestra.
Parabéns pelos posts Carol! Sinto como se estivesse dialogando contigo cada vez que passo por aqui.
Bj
Robson Garcia Formoso
05/03/2009 at 22:25
Carol, porque não compartilha com a gente seus conhecimentos sobre o seu TCC??? É uma boa maneira de escrever algo inteligênte no blog e amadurecer o seu entendimento do assunto do TCC.
Sempre que tenho que explicar sobre IC a alguem, eu uso o exemplo do James Bond que o próprio Gian utiliza.
Flw Flamenguista.